Rasga- me no peito impulsos confusos
de um amor ardente.
É a dor de não o tê-lo, não que não o queira,
mas por querer que sofro.
Como fugir se me envolve por inteiro,
fazendo nascer em mim o desconhecido nas leis
da humanidade.
Tu sim és culpada do que sinto, e não me vem
em pensamentos vestígio em perdoá-la.
Carregarei em mim até a morte, o que plantar-te
em um coração impaciente por um amor.
Mesmo que tenha eu de lutar contra minha
própria razão.
E deixar que em me a loucura tome o teu corpo,
e fuja em mim o pensamento, sem tirar-me o calor
dos teus braços.
marivaldo Mendes)
12/06/11
segunda-feira, 13 de junho de 2011
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