O medo toma conta de mim,
é o amor que jura em partir.
O coração em pulsar enlouquecido em desespero,
sofre insistente por apenas uma palavra que o liberte da dor.
A solidão consome meus dias tristes
que me serão mais freqüente.
Ou quem sabe serão eternos em minha
alma.
A morte soa em meus ouvidos nas noites
que as vezes parecem não ter fim.
Daria minha vida por um minuto de
pura alegria.
Mas minha vida parece custar pouco
para tanto tempo.
Estarei eu subjugado a sofrer por uma
amor que teima em partir?
O meu espírito cansado passa pela vida,
como se essa não tivesse existido.
Pois o amor partiu,
antes que eu o disseste que o amava.
(Marivaldo Mendes)
09/07/11
sábado, 9 de julho de 2011
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