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sejam bem vindos

A poesia é apenas a certeza de que em cada um de nós existe um pouco de poeta.

Poeta não é aquele que escreve palavras belas, mas sim aquele que a escreve tão humildemente que nem percebe que as escreveu e toca tão profundamente os sentimentos dos corações desconhecidos.

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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Perdão

Meus sentimentos
despedaçados, sufocados por
minhas fraquezas.
Queria eu dizer tudo em
um momento, mas não
me vem se quer a razão
em dizê-las.
Tu sabes o quanto não
queria eu ferir-te.
Tu sabes o quanto perdido
estou.
Apenas entenda-me,
pois pelo contrário a vida
não terá sentido.

( Marivaldo Mendes)
09/12/2010

sábado, 17 de julho de 2010

Um ou Dois

vi, era um corpo
ou dois não sei.
Era a vida que se transformava
no instante que se entregavam.
O ar que lhe faltava para as
palavras que não foram ditas.
E eu vi, os braços entre os corpos,
não sei quantos braços eram,
mas eu vi.
Só sei que se procuravam,
que se desejavam como o
fim estivesse próximo.
Mas não existia um fim,
mas sim um começo.
Sim, eu vi os olhares que se olhavam
fixos uns nos outros.
Não sei o que era,
mas era intenso.
Amo! Não sei, pois ia além de
minha imaginação.
Pois amor seria pouco para expressar
tal fato.
E quando os corpos partiram
eu vi.
O que me restou
foi a dor.

(marivaldo Mendes)
09/03/10

sexta-feira, 16 de julho de 2010

oculto aos olhos

Diferente aos olhos, como queres
que a vejas.
Pois não te amo, porque tem uma
perfeição visível.
Mas pelo que não consigo ver e me seduz.
Não te amo pelo seu olha,
pois sei que ele um dia estará cansado.
Não te amo pelo teu sorriso,
pois sei que ele não terá a mesma
intensidade como hoje.
Não te amo pelo teu jeito,
pois um dia seu jeito não
será o mesmo.
Eu te amo pelo que não vejo,
pois mesmo que o tempo trouxer mudanças,
eu ainda continuarei te amando.
Pois meu amor por te,
é oculto aos olhos.

(marivaldo Mendes)
14/07/10

Em meu passado

Ao longe, distorcido meu triste
passado.
Vivo inquieto presente disfarçado.
Palavras de apoio que me
causam medo.
Parado estou pois a frente nada
me aguarda.
Dissera-me que havia vida,
mas não disseram onde.
E sei que passou e não
volta mais.
Pois o meu futuro ficou
perdido em meu passado.

(marivaldo Mendes)
30/06/10

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Mar

O Mar frágil e feroz.
O vento mostra o caminho
da solidão
O Mar que se impõe e se
retrai.
Que guarda seus sentimentos
no mais profundo do seu ser.
O Mar com suas ondas cheias
de defeitos.
Que ninguém o entende e muitos
o julgam.
E ele segue seu rumo calmo e
triste.
Pois sabe que ninguém o
espera.

(marivaldo Mendes)
30/06/10

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Oculto

Da alegria superficial
que esconde o verdadeiro
homem.
Que da angústia sufocada
ocultamente indesejada me
me revelo.
Sou posto a certeza dos
sofrimentos que não me
saciam.
A certeza de estar perdido
dar-me ânimo para que
não me encontre.
Pois a razão pode
torna-me de perdido
a louco.

(marivaldo Mendes)
2007

Sentimentos

Da incerteza tua que de mim
se apodera.
Na angústia de tê-la mas
não no engano.
Quem dera eu a certeza
do sentimentos.
( Que da dúvida, porque não
a rameira a solução?)
Dela sim virar não o encanto.
Mais o desejo que não feri e
nem causa sede.
Diferente dê-te que deixa
cicatrizes no meu espírito.
Mesmo que não me toque
a face.

(marivaldo Mendes)
2007

Certeza de um amor

Dentre mundo desconhecido
de que louco amor me remeto.
Fixo tua imagem em minha frente,
na falsa certeza de tê-la em meus braços.
Mesmo distante teu olhar penetra na alma
de um ser desesperado.
Mas como não beirar-me a loucura,
pois com os olhos fechados
sinto teu corpo sobre o meu.
Se eu soubesse o que é o amor,
me atiraria em seus braços.
Mas pela triste angústia do amor que desconheço,
me remeto a dor.

(marivaldo Mendes)
2009

Olhares

Quando da visão que dos
meus olhos partem.
Na clara escuridão que te
rodeia.
Os olhares não são os mesmos.
E no teu olhar eu vejo
o que tu não enxergar.
Por que os olhares,
são diferentes.

(marivaldo Mendes)
2009

Certeza

A noite que me veio
Calma e triste.
Na certeza dos braços
que em teu corpo se
envolviam.
E em cada toque, uma
tortura de dor me possuía.
O desejo da morte
Pulsava dentro de mim.
Mas era a plena certeza
que te perdia.

(marivaldo Mendes)
2009

Distância

Quando de mim nasce
o desejo impulsivamente
de tê-la em meus braços.
Quanto amor que sinto sem vê-la
verdadeiramente.
Dentre da angústia que
meu amor sobrevivi,
tua imagem resplandece.
Qual sina minha se não amar-te
de toda intensidade
que rompe a distancia.
Pobre amante solitário,
quão bela tua sem se quer tocá-la.
Tão desejada nos sonhos perturbados.
Então me diga qual fim tal história a de terminar,
entre dois amantes
que se amam loucamente...

(marivaldo Mendes)
2009

Além dos lábios

Porque fugir se nunca estive
Liberto.
Estou preso pelos braços que não
me envolvem.
Pelo silêncio que não escolto
Aonde estão as grades que não estão
ao meu redor.
Tu esta bem perto como a morte
esta tão próxima.
Por que o vejo se é tão reluzente
e ilumina uma vida inteira.
Mais se não o tenho,
pois melhor que não o veja.
pois melhor que não reluza
Deixe-me nas trevas.
Deixe-me na escuridão
Pois a certeza do que verei
Será concreto.

(Marivaldo Mendes)
2008

Cativo

Sento a frente da
eterna paixão.
No sonho de ser catalogado
em sua vida.
Não quero ser parte do acervo,
mas cativo do teu coração.
Informa-me a razão
que não a tenho em meus
braços.
Amada minha,
Bibliotecária.

(marivaldo Mendes)
2008

sonho

Tua face em noites frias,
Embriaga-me como perfume
de rosa incomparável.
Em gemidos rasga-me a roupa
se quer me tocar.
Sinto vossos lábios como
a tivera realmente.
Na presença carnal em
uma noite de trevas.
Em mim cairá a culpa de não
tê-la possuído.
A morte vira como o ultimo
dos desejos inatingíveis.
Assim como o foste, utopia.

(marivaldo Mendes)
2007

Fim!

Dois corpos unidos com a
mais pura certeza da imaturidade.
Onde as mãos já não se acariciam
com o ardor que se tentou transmitir.
Segue apenas movimentos
irreais fraudulentos mecanizados...
sem sentido para acontecer.
As palavras não soam como
deveriam.
Elas saem como flechas,
a penetrar no mais profundo da
da alma de um ser desesperado.
Seja eu um bobo do império?
São palavras tuas estas que
ferem em voz baixa.
A certeza em que eu me
Lancei.
Rebateu-me ao chão.

(marivaldo Mendes)
2008