vi, era um corpo
ou dois não sei.
Era a vida que se transformava
no instante que se entregavam.
O ar que lhe faltava para as
palavras que não foram ditas.
E eu vi, os braços entre os corpos,
não sei quantos braços eram,
mas eu vi.
Só sei que se procuravam,
que se desejavam como o
fim estivesse próximo.
Mas não existia um fim,
mas sim um começo.
Sim, eu vi os olhares que se olhavam
fixos uns nos outros.
Não sei o que era,
mas era intenso.
Amo! Não sei, pois ia além de
minha imaginação.
Pois amor seria pouco para expressar
tal fato.
E quando os corpos partiram
eu vi.
O que me restou
foi a dor.
(marivaldo Mendes)
09/03/10
sábado, 17 de julho de 2010
sexta-feira, 16 de julho de 2010
oculto aos olhos
Diferente aos olhos, como queres
que a vejas.
Pois não te amo, porque tem uma
perfeição visível.
Mas pelo que não consigo ver e me seduz.
Não te amo pelo seu olha,
pois sei que ele um dia estará cansado.
Não te amo pelo teu sorriso,
pois sei que ele não terá a mesma
intensidade como hoje.
Não te amo pelo teu jeito,
pois um dia seu jeito não
será o mesmo.
Eu te amo pelo que não vejo,
pois mesmo que o tempo trouxer mudanças,
eu ainda continuarei te amando.
Pois meu amor por te,
é oculto aos olhos.
(marivaldo Mendes)
14/07/10
que a vejas.
Pois não te amo, porque tem uma
perfeição visível.
Mas pelo que não consigo ver e me seduz.
Não te amo pelo seu olha,
pois sei que ele um dia estará cansado.
Não te amo pelo teu sorriso,
pois sei que ele não terá a mesma
intensidade como hoje.
Não te amo pelo teu jeito,
pois um dia seu jeito não
será o mesmo.
Eu te amo pelo que não vejo,
pois mesmo que o tempo trouxer mudanças,
eu ainda continuarei te amando.
Pois meu amor por te,
é oculto aos olhos.
(marivaldo Mendes)
14/07/10
Em meu passado
Ao longe, distorcido meu triste
passado.
Vivo inquieto presente disfarçado.
Palavras de apoio que me
causam medo.
Parado estou pois a frente nada
me aguarda.
Dissera-me que havia vida,
mas não disseram onde.
E sei que passou e não
volta mais.
Pois o meu futuro ficou
perdido em meu passado.
(marivaldo Mendes)
30/06/10
passado.
Vivo inquieto presente disfarçado.
Palavras de apoio que me
causam medo.
Parado estou pois a frente nada
me aguarda.
Dissera-me que havia vida,
mas não disseram onde.
E sei que passou e não
volta mais.
Pois o meu futuro ficou
perdido em meu passado.
(marivaldo Mendes)
30/06/10
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Mar
O Mar frágil e feroz.
O vento mostra o caminho
da solidão
O Mar que se impõe e se
retrai.
Que guarda seus sentimentos
no mais profundo do seu ser.
O Mar com suas ondas cheias
de defeitos.
Que ninguém o entende e muitos
o julgam.
E ele segue seu rumo calmo e
triste.
Pois sabe que ninguém o
espera.
(marivaldo Mendes)
30/06/10
O vento mostra o caminho
da solidão
O Mar que se impõe e se
retrai.
Que guarda seus sentimentos
no mais profundo do seu ser.
O Mar com suas ondas cheias
de defeitos.
Que ninguém o entende e muitos
o julgam.
E ele segue seu rumo calmo e
triste.
Pois sabe que ninguém o
espera.
(marivaldo Mendes)
30/06/10
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