Os caminhos inversos se cruzaram,
na estrada sem retorno e sem direção.
Apenas na face às palavras que empalidecia
seu rosto triste.
O pulsar no peito o enganava nessa estrada
sem fim ou se é se já não o terminava.
As perguntas eram suaves e leves, mas as respostas
que feriam seu espírito eram ásperas e secas.
Qual prova ainda terei de passar para que me
torne forte mesmo sem forças.
Mas se não tomar-me minhas certezas,
Pois esconda de mim de tudo e de todos,
minha face triste sem vida.
(Marivaldo Mendes)
25/09/2011
domingo, 25 de setembro de 2011
domingo, 4 de setembro de 2011
Ontem
Minha aflição faz-me viver o ontem
como se fosse o amanhã.
As horas passadas afetaram a essência
da minha existência.
O ontem recai sobre mim como
não se houvesse o amanhã.
Foi o que não vivi que vivo sem saber
o que viverei.
Para que a morte não seja em mim
um tormento.
São os minutos que se passam sem os sentir
e se os sinto não os vejo.
Perturbado pelas lembranças passadas inexistente
que me enlouquecem a alma.
Pois meu futuro desapareceu
sem que eu o vivesse.
27/07/2011
Marivaldo Mendes
como se fosse o amanhã.
As horas passadas afetaram a essência
da minha existência.
O ontem recai sobre mim como
não se houvesse o amanhã.
Foi o que não vivi que vivo sem saber
o que viverei.
Para que a morte não seja em mim
um tormento.
São os minutos que se passam sem os sentir
e se os sinto não os vejo.
Perturbado pelas lembranças passadas inexistente
que me enlouquecem a alma.
Pois meu futuro desapareceu
sem que eu o vivesse.
27/07/2011
Marivaldo Mendes
Assinar:
Postagens (Atom)