quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Oculto
Da alegria superficial
que esconde o verdadeiro
homem.
Que da angústia sufocada
ocultamente indesejada me
me revelo.
Sou posto a certeza dos
sofrimentos que não me
saciam.
A certeza de estar perdido
dar-me ânimo para que
não me encontre.
Pois a razão pode
torna-me de perdido
a louco.
(marivaldo Mendes)
2007
que esconde o verdadeiro
homem.
Que da angústia sufocada
ocultamente indesejada me
me revelo.
Sou posto a certeza dos
sofrimentos que não me
saciam.
A certeza de estar perdido
dar-me ânimo para que
não me encontre.
Pois a razão pode
torna-me de perdido
a louco.
(marivaldo Mendes)
2007
Sentimentos
Da incerteza tua que de mim
se apodera.
Na angústia de tê-la mas
não no engano.
Quem dera eu a certeza
do sentimentos.
( Que da dúvida, porque não
a rameira a solução?)
Dela sim virar não o encanto.
Mais o desejo que não feri e
nem causa sede.
Diferente dê-te que deixa
cicatrizes no meu espírito.
Mesmo que não me toque
a face.
(marivaldo Mendes)
2007
se apodera.
Na angústia de tê-la mas
não no engano.
Quem dera eu a certeza
do sentimentos.
( Que da dúvida, porque não
a rameira a solução?)
Dela sim virar não o encanto.
Mais o desejo que não feri e
nem causa sede.
Diferente dê-te que deixa
cicatrizes no meu espírito.
Mesmo que não me toque
a face.
(marivaldo Mendes)
2007
Certeza de um amor
Dentre mundo desconhecido
de que louco amor me remeto.
Fixo tua imagem em minha frente,
na falsa certeza de tê-la em meus braços.
Mesmo distante teu olhar penetra na alma
de um ser desesperado.
Mas como não beirar-me a loucura,
pois com os olhos fechados
sinto teu corpo sobre o meu.
Se eu soubesse o que é o amor,
me atiraria em seus braços.
Mas pela triste angústia do amor que desconheço,
me remeto a dor.
(marivaldo Mendes)
2009
de que louco amor me remeto.
Fixo tua imagem em minha frente,
na falsa certeza de tê-la em meus braços.
Mesmo distante teu olhar penetra na alma
de um ser desesperado.
Mas como não beirar-me a loucura,
pois com os olhos fechados
sinto teu corpo sobre o meu.
Se eu soubesse o que é o amor,
me atiraria em seus braços.
Mas pela triste angústia do amor que desconheço,
me remeto a dor.
(marivaldo Mendes)
2009
Olhares
Quando da visão que dos
meus olhos partem.
Na clara escuridão que te
rodeia.
Os olhares não são os mesmos.
E no teu olhar eu vejo
o que tu não enxergar.
Por que os olhares,
são diferentes.
(marivaldo Mendes)
2009
meus olhos partem.
Na clara escuridão que te
rodeia.
Os olhares não são os mesmos.
E no teu olhar eu vejo
o que tu não enxergar.
Por que os olhares,
são diferentes.
(marivaldo Mendes)
2009
Certeza
A noite que me veio
Calma e triste.
Na certeza dos braços
que em teu corpo se
envolviam.
E em cada toque, uma
tortura de dor me possuía.
O desejo da morte
Pulsava dentro de mim.
Mas era a plena certeza
que te perdia.
(marivaldo Mendes)
2009
Calma e triste.
Na certeza dos braços
que em teu corpo se
envolviam.
E em cada toque, uma
tortura de dor me possuía.
O desejo da morte
Pulsava dentro de mim.
Mas era a plena certeza
que te perdia.
(marivaldo Mendes)
2009
Distância
Quando de mim nasce
o desejo impulsivamente
de tê-la em meus braços.
Quanto amor que sinto sem vê-la
verdadeiramente.
Dentre da angústia que
meu amor sobrevivi,
tua imagem resplandece.
Qual sina minha se não amar-te
de toda intensidade
que rompe a distancia.
Pobre amante solitário,
quão bela tua sem se quer tocá-la.
Tão desejada nos sonhos perturbados.
Então me diga qual fim tal história a de terminar,
entre dois amantes
que se amam loucamente...
(marivaldo Mendes)
2009
o desejo impulsivamente
de tê-la em meus braços.
Quanto amor que sinto sem vê-la
verdadeiramente.
Dentre da angústia que
meu amor sobrevivi,
tua imagem resplandece.
Qual sina minha se não amar-te
de toda intensidade
que rompe a distancia.
Pobre amante solitário,
quão bela tua sem se quer tocá-la.
Tão desejada nos sonhos perturbados.
Então me diga qual fim tal história a de terminar,
entre dois amantes
que se amam loucamente...
(marivaldo Mendes)
2009
Além dos lábios
Porque fugir se nunca estive
Liberto.
Estou preso pelos braços que não
me envolvem.
Pelo silêncio que não escolto
Aonde estão as grades que não estão
ao meu redor.
Tu esta bem perto como a morte
esta tão próxima.
Por que o vejo se é tão reluzente
e ilumina uma vida inteira.
Mais se não o tenho,
pois melhor que não o veja.
pois melhor que não reluza
Deixe-me nas trevas.
Deixe-me na escuridão
Pois a certeza do que verei
Será concreto.
(Marivaldo Mendes)
2008
Liberto.
Estou preso pelos braços que não
me envolvem.
Pelo silêncio que não escolto
Aonde estão as grades que não estão
ao meu redor.
Tu esta bem perto como a morte
esta tão próxima.
Por que o vejo se é tão reluzente
e ilumina uma vida inteira.
Mais se não o tenho,
pois melhor que não o veja.
pois melhor que não reluza
Deixe-me nas trevas.
Deixe-me na escuridão
Pois a certeza do que verei
Será concreto.
(Marivaldo Mendes)
2008
Cativo
Sento a frente da
eterna paixão.
No sonho de ser catalogado
em sua vida.
Não quero ser parte do acervo,
mas cativo do teu coração.
Informa-me a razão
que não a tenho em meus
braços.
Amada minha,
Bibliotecária.
(marivaldo Mendes)
2008
eterna paixão.
No sonho de ser catalogado
em sua vida.
Não quero ser parte do acervo,
mas cativo do teu coração.
Informa-me a razão
que não a tenho em meus
braços.
Amada minha,
Bibliotecária.
(marivaldo Mendes)
2008
sonho
Tua face em noites frias,
Embriaga-me como perfume
de rosa incomparável.
Em gemidos rasga-me a roupa
se quer me tocar.
Sinto vossos lábios como
a tivera realmente.
Na presença carnal em
uma noite de trevas.
Em mim cairá a culpa de não
tê-la possuído.
A morte vira como o ultimo
dos desejos inatingíveis.
Assim como o foste, utopia.
(marivaldo Mendes)
2007
Embriaga-me como perfume
de rosa incomparável.
Em gemidos rasga-me a roupa
se quer me tocar.
Sinto vossos lábios como
a tivera realmente.
Na presença carnal em
uma noite de trevas.
Em mim cairá a culpa de não
tê-la possuído.
A morte vira como o ultimo
dos desejos inatingíveis.
Assim como o foste, utopia.
(marivaldo Mendes)
2007
Fim!
Dois corpos unidos com a
mais pura certeza da imaturidade.
Onde as mãos já não se acariciam
com o ardor que se tentou transmitir.
Segue apenas movimentos
irreais fraudulentos mecanizados...
sem sentido para acontecer.
As palavras não soam como
deveriam.
Elas saem como flechas,
a penetrar no mais profundo da
da alma de um ser desesperado.
Seja eu um bobo do império?
São palavras tuas estas que
ferem em voz baixa.
A certeza em que eu me
Lancei.
Rebateu-me ao chão.
(marivaldo Mendes)
2008
mais pura certeza da imaturidade.
Onde as mãos já não se acariciam
com o ardor que se tentou transmitir.
Segue apenas movimentos
irreais fraudulentos mecanizados...
sem sentido para acontecer.
As palavras não soam como
deveriam.
Elas saem como flechas,
a penetrar no mais profundo da
da alma de um ser desesperado.
Seja eu um bobo do império?
São palavras tuas estas que
ferem em voz baixa.
A certeza em que eu me
Lancei.
Rebateu-me ao chão.
(marivaldo Mendes)
2008
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