Quando de mim nasce
o desejo impulsivamente
de tê-la em meus braços.
Quanto amor que sinto sem vê-la
verdadeiramente.
Dentre da angústia que
meu amor sobrevivi,
tua imagem resplandece.
Qual sina minha se não amar-te
de toda intensidade
que rompe a distancia.
Pobre amante solitário,
quão bela tua sem se quer tocá-la.
Tão desejada nos sonhos perturbados.
Então me diga qual fim tal história a de terminar,
entre dois amantes
que se amam loucamente...
(marivaldo Mendes)
2009
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