vi, era um corpo
ou dois não sei.
Era a vida que se transformava
no instante que se entregavam.
O ar que lhe faltava para as
palavras que não foram ditas.
E eu vi, os braços entre os corpos,
não sei quantos braços eram,
mas eu vi.
Só sei que se procuravam,
que se desejavam como o
fim estivesse próximo.
Mas não existia um fim,
mas sim um começo.
Sim, eu vi os olhares que se olhavam
fixos uns nos outros.
Não sei o que era,
mas era intenso.
Amo! Não sei, pois ia além de
minha imaginação.
Pois amor seria pouco para expressar
tal fato.
E quando os corpos partiram
eu vi.
O que me restou
foi a dor.
(marivaldo Mendes)
09/03/10
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Gente como dizer... sou fã deste garoto (pena que mora longe d+..rsrs)ele é simplesmente o maximo!
ResponderExcluirMarivaldo te curto de montão!
bjos
Meu poeta......rs
Existe um lugar onde ninguem pode tirar vc de mim........
ResponderExcluirEste lugar chama-se pensamento.... e nele vc me pertence!!!
Bjossssssssssss
Gosto muiiiittooo de vc....rsrs
Franciele
oiiii
ResponderExcluiradorei este lugar........
parabéns.......como estudante de Letras aprendi a dar valor as palavras, e as suas são maravilhosas.....parabéns......
adorei....
aaahh vc ta me devendo uma ....rsrsrsrs..
ResponderExcluirlembra???
parabénsss
!!!!!!!!!!!!
janaina
"A vida de um poeta é como uma flauta na qual Deus entoa sempre melodias novas." (Rabindranath Tagore)
ResponderExcluirvc é especial....
bjsssss
Belo porém insaciavél
ResponderExcluirAdorei essa poesia, acho que teve uns toques de...!!
ResponderExcluirbem quentinho esse lero!
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